Blog do Ninja
09/04/2005 22:52
Talvez uma despedida

Bem gente! A farra acabou. De novo encrencaram com a gente no serviço por causa da internet. Bem, agora vou postar bem menos. Sei lá quando. De qualquer forma. Mil beijos para todas as lindas que já entraram aqui e um abraço para os manos. Inté.
enviada por J. B.



05/04/2005 12:16
Medo de que te Conheçam.

Parece que quanto mais nos conhecemos uma pessoa, nós vemos quão diferente aquela pessoa é de nós. Sei que ninguém é igual, mas algumas palavras nos levam a pensar que somos. Claro que temos os mesmos direitos, perante as leis e a Deus, mas nossas mentes não são iguais. Nossos corações também não. Se vocês virem o post de Mrs Dalloway vocês verão o que descobri a pouco tempo atrás.

Deus, só o Senhor sabe como tenho medo que algumas pessoas saibam quem eu realmente sou. Não todas. Meus amigos eu adoro que saibam. Mas não consigo ser eu mesmo com algumas pessoas. Medo de verem quem eu sou e me rejeitarem por isso. Esse é o pior tipo de rejeição. Que dor.

Quando mostramos quem somos, dia a dia, nós vemos quanto nosso ser se distancia de outras pessoas. Quão só nos somos. Gente. Eu tô usando o plural, mas creio que não deveria definir isso, pois só sei o que se passa no meu coração (e muito mal). Talvez vocês poderiam dizer o que se isto acontece com vocês também. O medo de se revelar!
enviada por J. B.



31/03/2005 10:34
Que tristeza. Só tenho isso a dizer. Dá um desânimo do caramba! Tô meio que me esforçando para escrever. Bem Deixa eu ver o que eu vou postar!?

Ah! Novidade para vocês.

Não posso mais postar imagens. Cheguei no limite permitido pelo Blig. Agora meu blog vai estar mais interessante ainda.

Ontem também pensei muito em ceder. Vou ser mais parecido com o Shikamaru. Vou arranjar uma garota da igreja e namorar com ela. Pode ser pouco bonita, pouco legal, mas não agüento mais a solidão.

Herói
Como no último post eu falei da vontade de ser herói, ao voltar da USP para casa (mais cedo que o habitual) vi que o filme Herói estava em cartaz no CineUnibanco e resolvi descer do ônibus e vê-lo.
O filme tem seus momentos, mas as discussões de Sem-Nome com o Imperador de Qin são muito boas. Em primeiro lugar, demora para que a verdade sobre a história surja e quando surge e realmente tocante. Muito bom o final. O melhor final que eu já vi em um filme Chinês.
enviada por J. B.



30/03/2005 14:58
Você já sonhou ser um herói?

Salvar alguém. Ser reconhecido como tendo feito algo de valor. Ficar marcado na vida de uma pessoa para sempre, como alguém que fez um bem inestimável. Ao menos eu tenho isso dentro de mim.



Ser capaz de realizar feitos inacreditáveis. Sacrificar-se por alguém que se ama muito. Ter atitudes valorosas, que fariam as pessoas acreditarem na verdadeira bondade. Sempre sonhei assim.

Qual é o problema então?
Sinto que perdi o verdadeiro valor que isso tem. Ainda sonho com isso, mas porque parece que nada me restou. Se eu devo me sacrificar, não seria um sacrifício de valor, pois seria salvar uma vida por...
Parece que estou fazendo isso só por fazer. Arriscar perder nada. Não tenho coisas para perder. Estou vazio. Claro que se me tirarem a capacidade de andar, enxergar, escrever, a sanidade, estaria num estado muito pior, mas só seriam decréscimos. Não estaria perdendo, apenas estaria tendo mais motivos para não ter esperança de ser feliz.

O que mais entristece e pensar que mesmo salvando o mundo, ainda não me salvaria.
enviada por J. B.



28/03/2005 10:58
Fingindo que é um fotolog

Só uma foto para vocês verem a galera do meu trampo. Sim, a maioria é mulher.



Um abraço, povo.
enviada por J. B.



25/03/2005 22:28
Deixando uma marca para a eternidade

Agora a pouco, no culto da igreja, olhando para a pessoa que eu julgo mais ter amado em todo o mundo, me senti um completo nada. Ela estava com seu namorado. Eles namoram, se não erro a conta, há mais ou menos quatro anos tudo (bem pessoal, podem criticar). Continuando, senti uma necessidade de deixar uma marca nesse mundo. Uma marca, como os pixadores deixam nos muros da cidade, como um casal de namorados deixa em uma arvore, mas gostaria que fosse mais duradoura.

Pensei em três maneiras para deixar está marca. Uma seria deixando um filho. Acho que isso é marcar alguém por toda a vida com parte do seu DNA. Plantar uma arvore única, que vivesse uns mil anos, para que todos os que fossem até ela se lembrassem que alguém a plantou. Outra escrevendo um livro que muitas pessoas leriam e diriam “gostaria de ter conversado com seu autor”. Não sei porquê (talvez saiba), mas esta última me aparenta ser mais fácil que a primeira.

Por que será que ver uma pessoa amada com outra me fez pensar isso? Acredito que eu saiba que minha vida não vai ter sentido depois de ter perdido quem você mais ama. O importante então é ser reconhecido. Já que não pelo seu grande amor, sim pelo mundo inteiro. Ou, no mínimo, por grande parte. Acho que virei tudo que não devia. Como será que eu seria se estivesse com o grande amor da minha vida? Será que marcarei o mundo?
enviada por J. B.



21/03/2005 11:01
A felicidade não se compra



Filme de Frank Capra, em PB. Cara, nunca chorei tanto num filme. Sério. Nunca. Parecia os personagens do Naruto quando estão chorando. As lágrimas dos olhos saiam como rios, só que não passavam do queixo. Era igualzinho.

Acho que o título original era it’s a wonderfull life, que tem bem mais a ver que o título em português. O filme fala de alguém que sonhou uma coisa e acabou vivendo outras, pelo bem das pessoas. Achava que estava destruindo sua vida e lutava por princípios que ele havia adquirido do pai. O filme já estava muito interessante, até que o personagem cai em uma crise e sente que tem mais valor morto do que vivo. Daí, as orações de pessoas que o amam fazem enfeito e alguém é enviado para ajudar.

Esse é o primeiro filme, que eu saiba, que assisti de Capra. É incrível como esse filme ressuscitou coisas boas em mim. É incrível como ele mostrou como meus sonhos ajudam a outras pessoas. Acredito que toques já estavam sendo dados a mim a cada dia, mas o filme acabou me acordando por Knockout.

Outro toque

Assisti este filme na sexta-feira à tarde. Fiquei febril a noite e fui a igreja no sábado de manhã. A tarde visitei meus país de criação e fui entregar folhetos sobre a semana santa. Mais ou menos às cinco, um amigo meu, o Ricardo, entregou o programa de uma revista de Jovens Adventistas que eles iriam fazer em meia-hora. Li-o todo. Vi que eles abordariam de outra maneira o que estava escrito ali, mas o original me tocou muito. Destruiu todo o modo de vida isolacionista que aprendemos a viver neste mundo. Isto foi apenas outro toque do bonbardeio de sensações e ideais que eu perdi, não sei a quanto tempo.

...

Ultimamente muitas coisas têm me impressionado. Têm me feito sofrer. Recuperado ideais e sonhos. Me feito entender melhor o mundo. Tenho um grupo de amigos que sempre me desafiaram e me fizeram evoluir. Eles são o Rodrigo, o Rodrigo (não é o mesmo, este é o Zóio), e o Duda. Eles não sabem como eles me ajudaram a evoluir. Acho que eles até tinham esta intensão, mas não sabia que eu ia chegar tão longe. Talvez nem aparente, pois acho que não mudei muito exteriormente. Muitas pessoas novas me fizeram ver coisas novas. Pessoas que entraram na minha vida a mais ou menos dois anos. Novos sentimentos. Novos pontos de vista. Me fizeram a voltar a utilizar armas que eu havia abandonado. Filmes, livros, séries, animes, mangás. Os que mexeram comigo mais recentemente foram Casablanca, Naruto e A felicidade não se compra. Só sei que estou cada vez mais perto de achar uma definição do que é ser um sonhador (aos meu olhos, claro!), e do meu jeito ninja de ser!

enviada por J. B.






Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)